[Vídeo] O que é Cliffhanger?

A ideia de gravar esse vídeo veio quando eu encontrei essa resenha de Jogos Vorazes, e que o Cliffhanger, esse artifício de roteiro/enredo/ou-alguma-coisa-assim é citado.

Eu nunca tinha ouvido falar, mas dei uma pesquisada melhor e vi que ele é simplesmente o responsável por todo mundo amar/odiar a maioria dos livros! Cliffhanger, no caso de livros, é quando o autor termina um capítulo ou uma obra, bem na hora do clímax, deixando o leitor com gostinho de “quero mais”.

A gente ama quando acontece durante e o livro nos obriga a praticamente devorá-lo. Odeia quando o Cliffhanger é no final e o outro ainda não lançou. Mas volta a amar quando pega o próximo volume! Vai entender! haha

Confira o vídeo:


Você pode acessar a lista que eu cito no vídeo neste link! :)

5 razões para se encantar com a Ash de “Dizem por aí”

Eu li “Dizem por aí” da Ali Cronin que você encontra a resenha aqui e como já tinha dito, fiquei encantada pela personagem principal a Ashley. Ela é daquelas personagens que você quando lê, pensa: “Poxa, querida tê-la como amiga”.

Dizem por aíPor Maria Laura.

Então acho DIGNO (digníssimo na verdade) compartilhar com vocês 5 razões para se encantar por essa personagem! Confira:

1) Carpe Diem

E quando eu digo sobre o “saber aproveitar” seja o dia, a vida, o momento eu quero dizer em todos os sentidos. Ash não despensa nenhuma oportunidade; seja baladas, meninos, escola, documentários, cinema e até um emprego sem salário ela topa.

2) Amiga

“Podem me chamar de piranha se quiserem, mas não há amiga mais leal que eu.”

Não há melhor definição para ela do que essa. Ela pode ser o que for, fazer o que faz, mas ainda assim ela procura estar sempre presente para ajudar tanto Donna, sua melhor amiga, quanto Cass, Sarah e os meninos.

3) Ama incondicionalmente sua irmã mais nova

Eu não tenho irmãos (não sou mimada. Tá, ok. Eu sou um pouco, mas isso não vem ao caso), por isso quando uma pessoa diz que tem um irmão e se dedica a ajuda-lo (principalmente quando há aquela relação hilária sobre irmãos mais velhos e os caçulas) eu fico ENCANTADA. Simples assim, eu sempre fico tipo: “Oh meu Deus, quanto amor!”. E a relação da Ash e da Frankie me encantou de uma maneira que… Me deu até vontade de ter uma irmã sabe?! (Mas já passou)

4) Engraçada

“Ótimo”, falei. “Eles sabem escrever direito.” Virei e tentei, quase conseguindo, olhá-los nos olhos. “Só para constar, eu não tomo por trás… Acho que nesse caso é apenas a vontade de quem escreveu.”

Sou só eu que tenho quedas por pessoas engraçadas? Eu adoro aquelas piadinhas bem bobinhas do tipo: “Seu sobrenome é periódica? Por que você “tá bela”. Ai gente, se vocês soubessem o quanto eu rio! Não sei se pelo fato de ser tontinha ou pra não ficar sem graça pra quem conta. Mas eu rio!

Então, quando eu encontro uma pessoa engraçada (mas tem que ser engraçada espontânea. VALE LEMBRAR! Nada de piadinhas forçando amizade que não dá né?!) eu fico tipo: “aaawwn, que fofo!”

5) Cinema!

Pessoas que amam cinema ou fazem cinema me conquistam (então se você faz cinema, call me maybe). Eu adoro. Elas são inteligentes, sabem tirar humor em coisas impossíveis, fazem drama e tem toda aquela cultura linda que só quem faz algo relacionado à arte tem! Aiai *suspiros*.

E a Ash tem tudo isso! Simples assim. Então como não se encantar com alguém tão encantadora assim? Ah, clicando aqui você pode ler a resenha dos dois primeiros livros dessa série! :)

 

“Jogos Vorazes” #1 de Suzanne Collins

Jogos Vorazes - capa
JOGOS VORAZES
 
de Suzanne Collins. 397 pág.
Rocco, 2011.
Avaliação: Ótimo.

Jogos Vorazes traz um mundo regido por um governo autoritário que, para mostrar quem realmente manda no negócio, criou um reality show onde 24 jovens – um menino e uma menina de 12 a 18 anos – de cada um dos 12 distritos de Panem são colocados num campo, chamado de Arena, onde o último sobrevivente é o vencedor.

O gênero distopia, caracterizado por uma dominação autoritária sobre a sociedade e o uso de tecnologia, sempre possui uma crítica social bem visível. A influência da mídia e o mau conteúdo vendido pela indústria do entretenimento é possivelmente a crítica que Suzanne Collins quis passar. Os Jogos Vorazes, o reality, é vendido como um motivo de orgulho, algo incrível para o público, que é obrigado a assistir e aplaudir.

A irmã de Katniss, Prim, é a grande azarada escolhida para participar dos Jogos e para protegê-la, Katniss se voluntaria no lugar da irmã menor. Na arena Katniss confirma toda essa coragem e se mostra com apenas 16 anos revoluciona a personagem feminina na literatura jovem, que até então era descrita como frágil e desajeitada.

A narrativa da autora é empolgante e as sensações são muito bem representadas — tanto as sensações de dor, como o frenesi ao ~comer um pão~. Pois é, lá em Panem só na Capital tem fartura, nos outros distritos há muita miséria e comer um pão seco é tipo ir numa churrascaria e quase explodir de tanto comer.

A autora finalizou o livro não deixando o leitor dependente da leitura do segundo, o que eu acho louvável em tempos onde séries são feitas a torto e a direito e sem ter um fim, só para lucrar mais. Mal posso esperar pela leitura do segundo livro, Em Chama que tem estreia no cinema prevista para novembro desse ano.

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Confira a resenha em vídeo:

“Dizem por aí” #2 de Ali Cronin

Dizem por aí, de Ali Cronin
DIZEM POR AÍ
de Ali Cronin. 279 pág.
Seguinte, 2013.
Avaliação: Muito bom.

Ultimamente ando lendo livros incrivelmente bons. Daqueles que eu sempre acabo suspirando e amando um personagem, a história, o vilão ou o que quer que seja. Com esse livro não foi, em nada, diferente!

Vale lembrar que tem resenha do primeiro livro aqui e que eu não gostei nada, nada da personagem principal, a Sarah. E muito menos de seu romancinho meia boca com o Joe.

Para quem não sabe, a série contem 6 livros que conta um pouco da história de cada um dos personagens.

Em Dizem por aí, segundo livro da série Garota <3 Garoto, conta a história de Ashley (Ash, para os mais íntimos) que sempre foi a mais baladeira, descolada, determinada e que não perde tempo idealizando caras. Enquanto todas as outras meninas idealizam, ela de fato “pega” os caras.

E tudo estava indo muito bem até que em um dia ela resolve ir ao cinema com a melhor amiga, Donna, e conhece Dylan. Que é lindo, charmoso, misterioso e que uma hora é super fofo e outra é indiferente. Mas talvez seja essa “indiferença” uma das razões para que ela não consiga tirá-lo da cabeça!

O livro é ótimo! E se você pensa que “Ai, é só mais um romancinho bobo, Maria Laura! O que você viu nele?” Está muito enganado! O livro retrata todo o amadurecimento da Ash, fala sobre a relação familiar dela, a tão temida hora de decidir “o que você quer ser quando crescer?” e claro, sobre o amor.

E se você ficou sem vontade de continuar a série por causa da chata da Sarah, te digo: NÃO FAÇA ISSO! Você vai se arrepender de não ter conhecido melhor a Ash.

Confira outros livros da série: Garota <3 Garoto.

Por Maria Laura.

[Vídeo] Bruno Responde #14 – Gato intruso

Aee, mais um Bruno Responde no ar! No último vídeo dessa série, eu respondi perguntas de outros Youtubers, mas não cheguei a postar aqui no blog. Se você ainda não viu é só clicar aqui. :D

Nessa semana eu responde algumas perguntas com a Carol, que faz o Julgando pela capa comigo. Do nada apareceu um gato na hora que também participou do vídeo! haha

O que ninguém sabe é que no final, esse infeliz desse gato me mordeu e me arranhou! Ele foi bonzinho na frente da câmera! Eu aprendi que nunca deve se confiar num gato carinhoso, por mais fofinho que ele seja.

Não deixe de curtir a página do blog para deixar sua pergunta para o próximo Bruno Responde lá, me seguir no Twitter (@bubarim) e Instagram (@bubarim). A Carol também tem Twitter(@mcarolinafer) e Instagram (@mcarolinafer).

“Adeus, por enquanto” de Laurie Frankel

Adeus, por enquanto
ADEUS, POR ENQUANTO
de Laurie Frankel. 315 pág. Paralela, 2013.
Avaliação: Muito bom.

Quando eu fui escolher esse livro, eu tive certo receio, afinal não é muito comum na minha estante livros sobre programação. Mesmo que esse tema venha acompanhado de um romance. Mas, gosto de coisas novas, acho nerd extremamente fofo e resolvi dar uma chance.

Entretanto, com livros em mãos, eu fiquei encantada por ele. A capa é maravilhosa, tem todo um cuidado com ela e folheando o livro, eu percebi que tem uma característica que eu amo: os capítulos não são por ordem numérica… Eles têm títulos, como por exemplo: “Aplicativo matador”, “A garota na sala ao lado” e assim por diante. No mesmo instante eu abandonei qualquer coisa relacionada a vestibular e pensei “Depois eu corro atrás”, e corri pra cama ler.

Nesse romance, Laurie Frankel conta a história do espirituoso programador Sam que trabalha em uma empresa de encontros virtuais. Ele criou um software com um algoritmo perfeito para que as pessoas possam encontrar suas almas gêmeas a partir dos interesses pessoais de cada um.

Sam, fazendo uma “pesquisa de campo” resolveu testar seu próprio programa e encontrou Meredith, a “Garota na sala ao lado”, e ambos se apaixonam quase que instantaneamente.

Mas, como nem tudo são flores… O algoritmo de Sam é realmente muito bom, muito bom mesmo. E adivinhem? Ele perde o emprego!

“Acontece que arrumar namorado para as pessoas não é o que nos dá dinheiro. É não arrumar namorado, mas dar a elas esperança de consegui-los. Funciona rápido demais. As receitas de taxas de inscrição estão explodindo, mas as de mensalidade estão no chão. Está custando uma fortuna para o CC.”

Mas pelo menos, o relacionamento lindo entre ele e Meredith vai muito bem, obrigada. Até a avó dela morrer.

Para minimizar a dor da perda, ele decide criar um outro software para que Meredith pudesse conversar com a projeção de sua avó baseando-se em todas as conversas antigas. RePose, como é chamada a criação, tornou-se um sucesso com várias pessoas utilizando de seus serviços e tentando minimizar a saudade que seus entes queridos deixaram.

“Você acha que vai ter todo o tempo do mundo. Acha que sempre vai existir ‘mais tarde’. Às vezes, de repente, horrivelmente, não há.”

O livro nos permite fazer diversas reflexões, principalmente sobre o amor e até onde você iria pelas pessoas que você ama e sobre o eterno paradoxo: a vida e a morte.

Pode parecer um eterno clichê, e é, mas é muito difícil falar de coisas que eu gosto. Mais difícil ainda é falar das que eu amo. Escrever sobre esse livro foi quase que um sacrifício. Eu não sabia se eu deixava transparecer todos os meus sentimentos, ou se não. Se eu intensificava demais a forma da escrita, ou não… Enfim, é tudo muito surpreendente, inusitado, único e apaixonante.

Eu não conhecia a autora, mas depois dessa obra, não importa se os outros livros dela são igualmente maravilhosos ou se são um pouco mais fraco. Mas posso afirmar que depois desse livro, eu passei a ser fã dela.

Por Maria Laura

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